Thursday, April 18, 2013

Poeta mocoquense é classificado no Concurso Nacional Novos Poetas, da editora Vivara





O poeta mocoquense, André Plez, foi um dos 250 selecionados no Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poesia Livre 2013, da Vivara Editora Nacional.

O concurso reuniu poesias do Brasil inteiro e publicará 10.000 exemplares do livro Antologia Poética, Poesia Livre 2013, onde estarão as poesias classificadas no concurso.

As inscrições foram realizadas de 01 de dezembro de 2012 a 05 de janeiro de 2013 e o processo seletivo recebeu o total de 2.186 candidatos inscritos, de todas as regiões do Brasil.

O Concurso Literário é uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

O Concurso foi realizado pela Vivara Editora Nacional e tem o apoio cultural da Revista Universidade.

Sinopse: OS INSONES




OS INSONES é o sexto romance do escritor e professor André Plez, que tem como narrador-personagem o jovem Ivan, que pertence a uma família que sofre de um mal inusitado: a impossibilidade de dormir. 
O romance relata a busca do jovem Ivan por respostas, pois a estranha doença, que circunda a vida de seus antepassados, logo o atingirá: a ‘insônia que nunca acaba’. Em sua busca, Ivan redescobre a vida de seu bisavô Francisco, conhecendo os mistérios de sua avó Joana até compreender as estranhas atitudes de seu pai Tomás, que o preparava ainda na infância para buscar uma cura para o mal dos insones. A partir destas pistas, Ivan mergulha em uma aventura de enigmas, levando o leitor até o final do livro, quando finalmente descobre o motivo de tão estranha doença do espírito. É uma investigação da alma humana a partir da perspectiva de pessoas impossibilitadas de dormir, que perderam seu bem mais precioso: o descanso. 
É um ensaio sobre a insônia.

Sunday, August 19, 2012

Bienal do Livro 2012 - Tratando Sombras com Ternura



Sábado na Bienal do Livro, dia 18 de Agosto, o autor mocoquense André Plez realizou o lançamento oficial do romance "Tratando Sombras com Ternura" pela Editora Scortecci de São Paulo, promovendo o livro com grande sucesso.

É o primeiro grande passo na divulgação dos trabalhos literários do professor, escritor e poeta André Plez, que após ganhar vários concursos, desponta no cenário literário com um romance elogiado por sua força narrativa e por sua singular observação social.

Conforme disse Getulio Cardoso no prefácio do romance: “O livro é uma descida ao inferno das metamorfoses, onde as transgressões cotidianas tomam forma de redenção”.


Monday, July 30, 2012

Lançamento na Bienal do Livro (2012) - Tratando Sombras com Ternura

Dia 18 de agosto de 2012 (sábado)
19h30 às 21h30
22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Thursday, June 14, 2012

Lançamento do Livro TRATANDO SOMBRAS COM TERNURA

Convite: Lançamento do Romance TRATANDO SOMBRAS COM TERNURA, que será realizado na Biblioteca Municipal de Mococa, no dia 22 de Junho, a partir das 19h30.
Vamos celebrar a Literatura e encontrar os amigos!


Wednesday, May 30, 2012

Sinopse do Romance: TRATANDO SOMBRAS COM TERNURA


“O livro é uma descida ao inferno das metamorfoses, onde as transgressões cotidianas tomam forma de redenção”.




O livro traz quatro personagens, que se entrecruzam, transformando suas rotinas estagnadas em um momento de sublimação, de quebra de paradigmas, de retratamento, de rever conceitos arcaicos, enraizados num cotidiano vulgar. Narra o nascimento e o declínio de sentimentos, de valores universais.
O livro narra a história de Paulo, jovem filósofo, cativo em seu universo de conhecimento, que se surpreende ao sentir novamente o sentimento do amor, tentando explicar suas nuances através do pensamento lógico – um jovem que investiga o mundo de uma forma singular. Outra personagem é Rafaela, mulher bela e insinuante, que percebe que sua beleza é uma arma forte, nesta sociedade que privilegia o ideal da estética perfeita, ela é casada com Diogo, homem sensual, preso a uma rotina consumista, que não se confronta com a realidade, confiando apenas naquilo que lhe dá prazer momentâneo. E Mariana é uma jovem que volta para a cidade do interior, e percebe que seus conflitos íntimos retornam, levando-a a lutar contra seus traumas de infância.
O destino de ambos se encontram de alguma forma, em algum momento, levando-os a romper paradigmas e encarar o Novo, que nem sempre é repleto de luz, pois também encontra-se envolto por sombras.

Monday, July 11, 2011

LIBERDADE



de repente
minha alma se contraiu
e como num espirro
voou em pequenos pedaços
sujando a dura face
que sorria pra mim
e tal qual num alívio d’espirro
fiquei livre
de mim

Wednesday, December 08, 2010

IDENTIDADE



de repente
a identidade em mim
presente
desencantou-se
e caiu
perdi o tom de mim
e fiquei sem
som
e
sem o sopro de saber
quem
sou
vivo
de repente
ante o tempo presente
com saudades
de mim

Tuesday, May 26, 2009

SOBRE O AMOR E O TEMPO

Dizes-me que temos 150 dias de amor

se cada dia pudesse florescer
teríamos um belo jardim.
E assim a cada dia.
Quando menos esperarmos
estaremos vivendo
num mar
de pétalas sem fim.

L I N H A T Ê N U E

visto um casaco
para espantar o frio
levo à boca um sorriso
para não notarem meu frio
pisco um só dos olhos
para prolongar a falta de frio
levo a colher à boca sem soprar
para não converter o calor em frio
levo a vida na máscara
para não ser frio
estou ...
... por um fio.

Sunday, April 19, 2009

ESCALADA


sempre que acordo
me recordo do teu corpo a bailar
e fico a planar
no máximo do relaxar
e ouso lembrar
da madrugada a revoar
pelos campos mais ousados
afiados pelo toque a completar
o ensejo da sede que pede
acalento que repousa e mede
o tamanho do amar
infinito como o tempo
lento momento de júbilo
intenso como o tudo
plural como o mundo
verbo que contorna
e faz vivo as montanhas

Tuesday, March 17, 2009



é tamanha a liberdade

tamanho o horizonte do mar
tamanhas as serras
as costas do meu voar

em que cais s'espera
minha calma a gravitar?
estou à escuta do borbulhante
ouvir de vozes a refastelar

dialogo com os céus
em íntima certeza de quietude
atitude em mim que revigora
um querer oculto na memória

Tuesday, February 24, 2009

ESPERA


Amo a imagem
de você dormindo,
e com essa lembrança
fio a minha calma,
para tecer a alma
de quem espera
ser bem-vindo.

Monday, February 16, 2009

SONETO DE CALMA VONTADE


Nessa tua proximidade distante

Fico a todo instante

Buscando o teu compasso

Re-criando teu fino passo

E, no entremeio deste desejo

Firmo a calma e recolho meu ensejo

Fico na espera do vento

Aguardando teu toque de alento

E a musa assim

Acaba por buscar em mim

O acalanto de uma noite em chuva

Tal como o vinho repleto de uva

Que, quanto mais tempo repousa

Mais o sabor afina e assim ousa...


Wednesday, February 11, 2009

RETRATO DE FAMÍLIA

no domingo
todos amuados
num canto parados
e você
com as mãos incansáveis
ágeis na obrigação imposta
pela mãe da mãe

és mãe
insaciável
no amor
e no cuidado
daqueles que te olham
amoados

Thursday, January 29, 2009

VELA


O movimento
no momento da chama
que treme e dança
conforme o ritmo que encanta
-os corpos-
na chama que orienta

dança sombra na parede
e cresce até o teto
tinge o afeto
com o doce do fogo

v o o

Sunday, December 21, 2008


salta e plana

planta que desabrocha

abre em pétalas

e esconde os espinhos

lindos enlaces de perfume

e tenra morada

atiça o terreno

e envolve o mistério

da vertiginosa queda

salta e plana

cai no leito

desse rio que flui

que brota da nascente

de água mais límpida

pelo frescor abençoado

não há limites para o rio que corre

somos esse rio que volta ao mar

e que faz chover

e contorce a rocha

com singelo bater

acorde da natureza

que pinta a música

no vir a ser

e faz fissura

e deixa entrar

Salta

voa até o rio que corre

abaixo do precipício

vamos juntos navegar

pois eu

também sou flor que voa

Monday, December 01, 2008

RETRATO

Pupila
refletora de sorriso
que brota
natural
mente
desse outro em órbita
que te pressente
sente
ainda pelo corpo
a deslizar

Tuesday, October 28, 2008

Lançamento do Livro A COISA EM SI - 12 de Novembro em São José do Rio Pardo

*Será feito um lançamento em Mococa/SP, com data ainda a ser definida.

Thursday, October 16, 2008

RESENHA DO LIVRO “A COISA EM SI”

“A Coisa em Si” é o primeiro livro de poesia publicado pelo escritor e poeta André Plez, morador da cidade de Mococa, interior de São Paulo. O autor é formado em Letras e aluno de Pós-Graduação em Lingüística e Literatura. Além de sua formação universitária, trava diálogo com outras ciências, como a filosofia, a psicologia e a sociologia.
O livro foi o resultado de toda uma vida de criação. O autor se declara tangido pelo “desejo de criação”, fato que sempre o levou a produzir, em todos os gêneros literários, diversas obras, tendo escrito dois romances, um livro de contos e vários de poesia, ainda não publicados. “A Coisa em Si” foi o seu último trabalho em poesia, escrito “com um sentido maior, em que vida e texto se articulem; letra e sangue se misturem; e espaço e tempo se revelem” - como bem disse Affonso Romano de Sant'Anna, outro poeta contemporâneo.
A poesia oferece ao leitor uma leitura prazerosa, trazendo consigo uma experiência estética diferente do texto em prosa, pois a poesia não fica restrita apenas ao significado, vai além, mostrando-se repleta de sonoridade, ritmo e forma.
A proposta do livro é ressaltar a função poética da linguagem, que busca a palavra-primeira, aquela palavra pura, livre da nomeação pragmática, que quer ser aquilo que representa. Uma rosa no poema é a própria rosa, com seus espinhos, perfume, cores e flores. A rosa é representada pela palavra. A palavra, por sua vez, é a própria rosa, é a coisa em si. É isso que o autor quis revelar através dos seus versos, trazendo a coisa que está sendo representada para fora do texto, tornando a poesia um gênero que transcende o significado, fazendo necessária a união com o ritmo, a sonoridade e a forma.
O universo poético do livro “A Coisa em Si” tende a representar O signo lingüístico em sua forma originária, com múltiplas significações. É uma viagem rumo ao pensamento de um poeta com sensibilidade, que lida com temáticas que envolvem a condição humana. Também é trabalhada a questão da metalinguagem, que é o poema que quer se explicar, bem como o ofício de escritor, que existe em todos nós. Existem ainda poemas sensuais, que buscam representar a completude do amor, da figura feminina, bem como poemas que destacam os desencontros entre os amantes. Com um senso profundo da alma humana, podemos perceber uma tendência ao pessimismo, sendo este necessário para a compreensão da natureza do mundo e do homem contemporâneo, que busca sua identidade em meio à fragmentação do cotidiano desenfreado.
Afinal, o livro “A Coisa em Si” é o resultado de um lirismo ornado por uma multiplicidade de sentidos, eixos temáticos, ritmos e imagens, próprios da natureza humana. É um livro que se torna um “ser de linguagem”, uma coisa em si.

Futuramente serão postadas as datas e os locais de lançamento - previstos para Novembro e Dezembro de 2008.