Thursday, April 18, 2013
Poeta mocoquense é classificado no Concurso Nacional Novos Poetas, da editora Vivara
Sinopse: OS INSONES
OS INSONES é o sexto romance do escritor e professor André Plez, que tem como narrador-personagem o jovem Ivan, que pertence a uma família que sofre de um mal inusitado: a impossibilidade de dormir.
O romance relata a busca do jovem Ivan por respostas, pois a estranha doença, que circunda a vida de seus antepassados, logo o atingirá: a ‘insônia que nunca acaba’. Em sua busca, Ivan redescobre a vida de seu bisavô Francisco, conhecendo os mistérios de sua avó Joana até compreender as estranhas atitudes de seu pai Tomás, que o preparava ainda na infância para buscar uma cura para o mal dos insones. A partir destas pistas, Ivan mergulha em uma aventura de enigmas, levando o leitor até o final do livro, quando finalmente descobre o motivo de tão estranha doença do espírito. É uma investigação da alma humana a partir da perspectiva de pessoas impossibilitadas de dormir, que perderam seu bem mais precioso: o descanso.
É um ensaio sobre a insônia.
Sunday, August 19, 2012
Bienal do Livro 2012 - Tratando Sombras com Ternura
Monday, July 30, 2012
Thursday, June 14, 2012
Lançamento do Livro TRATANDO SOMBRAS COM TERNURA
Wednesday, May 30, 2012
Sinopse do Romance: TRATANDO SOMBRAS COM TERNURA
Monday, July 11, 2011
Wednesday, December 08, 2010
IDENTIDADE
a identidade em mim
presente
desencantou-se
e caiu
perdi o tom de mim
e fiquei sem
som
e
sem o sopro de saber
quem
sou
vivo
ante o tempo presente
com saudades
de mim
Tuesday, May 26, 2009
L I N H A T Ê N U E
Sunday, April 19, 2009
ESCALADA

me recordo do teu corpo a bailar
e fico a planar
no máximo do relaxar
e ouso lembrar
da madrugada a revoar
pelos campos mais ousados
afiados pelo toque a completar
o ensejo da sede que pede
acalento que repousa e mede
o tamanho do amar
infinito como o tempo
lento momento de júbilo
intenso como o tudo
plural como o mundo
verbo que contorna
e faz vivo as montanhas
Tuesday, March 17, 2009
Tuesday, February 24, 2009
ESPERA
Monday, February 16, 2009
SONETO DE CALMA VONTADE
Nessa tua proximidade distante
Fico a todo instante
Buscando o teu compasso
Re-criando teu fino passo
E, no entremeio deste desejo
Firmo a calma e recolho meu ensejo
Fico na espera do vento
Aguardando teu toque de alento
E a musa assim
Acaba por buscar em mim
O acalanto de uma noite em chuva
Tal como o vinho repleto de uva
Que, quanto mais tempo repousa
Mais o sabor afina e assim ousa...
Wednesday, February 11, 2009
RETRATO DE FAMÍLIA
Thursday, January 29, 2009
VELA
Sunday, December 21, 2008

salta e plana
planta que desabrocha
abre em pétalas
e esconde os espinhos
lindos enlaces de perfume
e tenra morada
atiça o terreno
e envolve o mistério
da vertiginosa queda
salta e plana
cai no leito
desse rio que flui
que brota da nascente
de água mais límpida
pelo frescor abençoado
não há limites para o rio que corre
somos esse rio que volta ao mar
e que faz chover
e contorce a rocha
com singelo bater
acorde da natureza
que pinta a música
no vir a ser
e faz fissura
e deixa entrar
Salta
voa até o rio que corre
abaixo do precipício
vamos juntos navegar
pois eu
também sou flor que voa
Monday, December 01, 2008
RETRATO
Tuesday, October 28, 2008
Thursday, October 16, 2008
RESENHA DO LIVRO “A COISA EM SI”
O livro foi o resultado de toda uma vida de criação. O autor se declara tangido pelo “desejo de criação”, fato que sempre o levou a produzir, em todos os gêneros literários, diversas obras, tendo escrito dois romances, um livro de contos e vários de poesia, ainda não publicados. “A Coisa em Si” foi o seu último trabalho em poesia, escrito “com um sentido maior, em que vida e texto se articulem; letra e sangue se misturem; e espaço e tempo se revelem” - como bem disse Affonso Romano de Sant'Anna, outro poeta contemporâneo.
A poesia oferece ao leitor uma leitura prazerosa, trazendo consigo uma experiência estética diferente do texto em prosa, pois a poesia não fica restrita apenas ao significado, vai além, mostrando-se repleta de sonoridade, ritmo e forma.
A proposta do livro é ressaltar a função poética da linguagem, que busca a palavra-primeira, aquela palavra pura, livre da nomeação pragmática, que quer ser aquilo que representa. Uma rosa no poema é a própria rosa, com seus espinhos, perfume, cores e flores. A rosa é representada pela palavra. A palavra, por sua vez, é a própria rosa, é a coisa em si. É isso que o autor quis revelar através dos seus versos, trazendo a coisa que está sendo representada para fora do texto, tornando a poesia um gênero que transcende o significado, fazendo necessária a união com o ritmo, a sonoridade e a forma.
O universo poético do livro “A Coisa em Si” tende a representar O signo lingüístico em sua forma originária, com múltiplas significações. É uma viagem rumo ao pensamento de um poeta com sensibilidade, que lida com temáticas que envolvem a condição humana. Também é trabalhada a questão da metalinguagem, que é o poema que quer se explicar, bem como o ofício de escritor, que existe em todos nós. Existem ainda poemas sensuais, que buscam representar a completude do amor, da figura feminina, bem como poemas que destacam os desencontros entre os amantes. Com um senso profundo da alma humana, podemos perceber uma tendência ao pessimismo, sendo este necessário para a compreensão da natureza do mundo e do homem contemporâneo, que busca sua identidade em meio à fragmentação do cotidiano desenfreado.
Afinal, o livro “A Coisa em Si” é o resultado de um lirismo ornado por uma multiplicidade de sentidos, eixos temáticos, ritmos e imagens, próprios da natureza humana. É um livro que se torna um “ser de linguagem”, uma coisa em si.
Futuramente serão postadas as datas e os locais de lançamento - previstos para Novembro e Dezembro de 2008.











